Você já se percebeu, no mundo, sem saber ao certo o seu lugar? Sem saber direito do que gosta e do que é realmente capaz? Já teve a sensação de estar seguindo no automático, sem ser realmente feliz?

Eu também já me senti assim, deixando a vida me levar, sem que eu tivesse as rédeas nas minhas próprias mãos. Quando estamos assim, é muito fácil colocarmos a culpa no trabalho, no companheiro, na bagunça dos filhos, da herança de sensações dos pais, não é mesmo? Mas, o que aprendi com o Kundalini Yoga é que não existe nada fora de mim. E é sobre isso que falarei, neste post.

Vamos lá!

Kundalini Yoga

Se eu desejo melhorar de vida e ser feliz é preciso primeiro olhar para dentro! É claro que nem sempre é confortável se deparar com a gente mesmo. A vida inteira fomos treinados a enxergar o mundo do lado de fora.

A gente fica bonita para agradar aos outros, a gente se esforça para ser popular na escola e faz de tudo para seguir os padrões estéticos e sociais considerados “normais” nos nossos meios de convívio. A verdade é que crescemos querendo ser legais e aceitos pelos outros o tempo inteiro e colocamos, do lado de fora, a responsabilidade pela nossa felicidade. Se alguém me ama e me acha bonita eu sou feliz.

Só que, enquanto a gente não se descobrir inteiros em nós mesmos, essa felicidade nunca chegará. Porque estaremos sempre a mercê das oscilações à nossa volta: quando o mundo lá fora está bom, eu estou bem, quando o mundo está ruim, estou mal.

No Kundalini Yoga, a gente aprende a ser inteiro em nós mesmos e, a partir desse lugar, seguir na estrada da vida cheios de energia e propósito.

Quando estou bem em mim, não preciso me adequar a nada e nem a ninguém, tenho luz própria. Minha luz vem da beleza de ser genuinamente quem eu sou e viver em sintonia com a minha verdadeira identidade.

O mais lindo é que essa radiância interna pode ser expandida e compartilhada, ajudando a aceder também a luz de outras pessoas. E assim seguimos: livres e verdadeiros cultivando nosso jardim interno e espalhando sementes pelo mundo!

Sat nam!