“Escolha muito bom com quem dividir energia; tem gente que soma, tem gente que suga.”

Desses clichês que a gente vê por aí, existem frases que valem a reflexão e, essa, definitivamente, é uma delas.

Vivemos em uma cultura que nos faz crer, desde que começamos a nos entender por gente, que estamos nesta vida para nos relacionarmos uns com os outros. Alguns relacionamentos são inatos, tal como a família.

No entanto, a grande maioria das nossas relações são escolhas diárias: das amizades aos relacionamentos afetivos. E se é escolha, implica em opções, em possibilidades, em caminhos.

Antes de assumir qualquer relacionamento sério, é necessário compreender quem somos, incluindo nossa relação com a auto-estima, como lidamos com as nossas fraquezas e como valorizamos as nossas qualidades. Essa análise é primordial para um relacionamento sadio: amor próprio vem antes do amor a dois.

Pode parecer contraditório, mas um relacionamento saudável não é um relacionamento que depende da presença e aprovação alheia todo o tempo para a felicidade.

Um relacionamento saudável é aquele que reúne as energias de cada um para canalizar em uma energia única, que soma amor e sabedoria, mas que respeita as individualidades do parceiro(a).

Somente assim, é possível saber se estamos ou não em um relacionamento doentio, que despreza a individualidade ou que só se mantém pelo medo da solidão.

É importante reconhecer que a construção de um relacionamento sólido, além de respeitar as individualidades, como descrito acima, deve ter desejos, sonhos e vontades comuns.

Afinal, se estamos doando o nosso “eu” e nosso íntimo, essa entrega só faz sentido quando pegamos a mesma estrada.

As trocas do relacionamento devem estar em sintonia

Um relacionamento pode ser despertado pelo desejo da atração física e da beleza, mas não se sustenta somente por esse sentimento.

Relacionamento deve ser, em sua essência, uma troca e escolha diária. Escolher amar e desejar a mesma pessoa todos os dias com respeito e apreciação.

Leveza é imprescindível para saber desfrutar os momentos juntos: seja o dia a dia ou as comemorações.

Comunicação é primordial para expor o que te incomoda, compreendendo o que é suscetível de mudanças e o que é inato da personalidade do parceiro(a).

Amar as dores e as delícias do outro, ainda que desafiador, vale a pena!

 

“O amor não está na posse, está na apreciação.”

Osho