Qual é a verdade de teu corpo?

Qual é a verdade de teu corpo?

O que o teu corpo te diz, quando procuras respostas no mundo e não encontras?

Há quanto tempo tens subjugado teus instintos mais puros, em favor de encaixares teu corpo e tua personalidade em modelos sociais?

Quando falamos em sociedade, cultura, hábitos, conceitos, imagem, fama, nos referimos a aquilo que não se encontra em nosso poder, mas nos de outros. A soma de todas as outras pessoas, ou melhor dizendo, a totalidade da sociedade menos 1, que és tu(!), domina toda a sorte de gostos, hábitos, conceitos e crenças comuns que podem ser denominados como “normais”.

Tu, assim como os outros, és apenas mais 1 entre todos, contribuindo no espaço cultural coletivo trazendo as suas próprias crenças, visões de mundo, visões de justiça, verdade, daquilo que é belo e desejável, num grande jogo de enfrentamento, embate, disputas e predominâncias de cultura. Como num grande e simples fluxo estatístico, espalha-se para os demais da sociedade aquelas culturas que são mais aceitas, aquelas que “vencem”.

Enquanto sociedade, somos todos seres que jogam o jogo da vida, acolhendo ou contrariando normas e atitudes as quais consideramos “normais” ou “anormais”, com base em nossos princípios particulares.

E o que o Tantra recomenda a respeito do “normal”? Nada.

As verdades do Tantra

Para o Tantra, o normal é uma ilusão, um escape do momento presente. Pois que, para se adequar não só hábitos, ações e opiniões, mas, sobretudo, o próprio corpo a padrões de normalidade, padrões estes todos definidos por outros seres humanos e não por ti, a energia envolvida é muito grande, e o resultado torna-se, com o tempo, algo frustrante.

Sustentar imagens, modelos e padrões simplesmente por se crer ser o certo corresponde a um jogo cansativo, que demanda muita energia, muito empenho, e um certo grau de “psicose”.

No mundo do Tantra, torna-se fundamental e insuperável a compreensão daquilo que é Natural. Natureza é o foco do caminho tântrico.

De nada adianta discursar longos conceitos e teorias a respeito da vida, a respeito do corpo, a respeito de como tu e todos os outros irmãos do planeta deveriam ser, deveriam responder, deveriam agir, deveriam sentir, deveriam, deveriam…

Com quem deveriam se relacionar e como deveriam, que respostas teu corpo deveria ter, e como e quando.

Toda esta miríade de deveres não faz parte do caminho tântrico.

Trilhar este caminho envolve uma coragem muito grande: a coragem de encontrar a própria natureza, indiferentemente ao que os outros definam que deva ser.

Aquela natureza que, independentemente inclusive de nossas próprias preferências e desejos, tem governado as experiências que tu e todos nós temos vivido em nossas vidas. É a Natureza do seu corpo que tem influenciado tuas escolhas e decisões.

Somos reflexo inescapável daquilo que nosso corpo atrai. E o corpo fala. Muito mais do que costumamos crer.

Eis que a terapêutica tântrica surge, em pleno século XXI, como um bálsamo divino, uma incrível ferramenta para desenvolver a consciência de corpo e a saúde corporal, desde a sua fisiologia até sua neurologia. Um campo gigantesco, que há até bem pouco tempo, poucos de nós sabíamos que existia, ou que fosse possível…

E tu, estás usando o momento presente para conhecer-te, enfim?

Conhece a natureza de teu corpo, e terás conhecido a natureza da própria vida e do Universo!

Namastê

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