Medicina Integrativa: Uma Realidade Holística

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Cada vez mais, as minorias consideradas “loucas” buscam a integração entre Fé e Razão. Eu acredito que, hoje,  é impossível compreender o mundo, o universo e o próprio ser humano de forma integral, sem as luzes de um paradigma, de um modelo que contemple todas as áreas das cogitações humanas.

As revoluções da física quântica e espiritualidade contribuíram para essa nova visão da realidade, demonstrando que a matéria cedeu lugar à energia, o tempo é variável, o movimento descontínuo, a interconectividade não localizada e a consciência são capazes de influenciar nos eventos, selecionando possibilidades.

Assim, muitas pessoas passaram a enxergar o ser humano de forma integral, conectado a uma imensa rede invisível, que engloba todas as coisas, do micro ao macrocosmo e não têm nenhum medo em reconhecer a complementaridade entre Ciência e Espiritualidade, valorizando essa integração à vida humana.

O que é a Medicina Integrativa

Quem ainda tenta entender o ser humano, de forma fragmenta, está perdendo a oportunidade de se ver como inteiro. Assim nasceu a Medicina Integrativa, não como especialidade médica, mas como um novo modelo de cuidado desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que insere práticas alternativas aos procedimentos tradicionais.

Ela vai além da multidisciplinaridade utilizada por médicos e profissionais de saúde integrados para o tratamento das pessoas. É uma prática terapêutica que aborda de forma integral e completa o processo de cura do ser humano, é uma medicina holística porque ela se preocupa em trabalhar a mente, o corpo e o espírito.

É uma medicina que buscou trazer outras formas de reduzir os efeitos colaterais das medicações alopáticas convencionais, com intuito de aumentar a sensação de bem-estar e qualidade de vida.

Nesta busca de promover a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar dos clientes, o cuidado não é centrado apenas no tratamento da doença, mas também no cuidado com o estilo de vida. Estimula o potencial de autocura, com base no princípio de que o organismo tem capacidade de se recuperar e oferece tratamentos complementares, que são tão bons quanto as terapias convencionais.

Com base no princípio de equidade, por que pensar que a medicina alopática é sempre a principal alternativa? Por que não ter o reiki, a meditação, a acupuntura, a cromoterapia, o magnified healing, os florais, a fitoterapia, as técnica de meditação, as massagens, a ozonioterapia, entre tantas outras técnicas fantásticas como opção inicial de tratamento? Se você pensa como nós, seja bem-vindo a este fantástico novo mundo da saúde.

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