Quem sou eu: Ana Cristina Curi

Quem sou eu: Ana Cristina Curi

Desde criança sou interessada no universo multicolorido que a alma humana apresenta. Sempre me interessei pela criatividade que as pessoas demonstravam. Achava intrigante como o pensamento se formava na pessoa.

Graduei em Psicologia pela PUC-MG. Fiz várias formações que puderam me reforçar tecnicamente. Estudei muitos autores tradicionais e contemporâneos da Psicologia e me afeiçoei especialmente a alguns deles, a saber, Carl RogersCarl G Jung, Erich Fromm, Milton Erickson, Boszormenyi-Nagy, Bert Hellinger, F.Capra.

Paro por aqui em citá-los,  para não ser injustas com tantos outros que me deram uma linha de pensamentos que faziam conexão com as minhas buscas.

Esses autores falavam do engrandecimento da alma que se descobre colorida, viva, brilhante, quando encontram outra alma que possa honrá-la e ajudá-la terapeuticamente a se reencontrar pelo caminho da empatia, da inclusão, da aceitação dos pedaços de suas verdades.

Uma coisa linda como abrir as cortinas em um dia de sol! Tudo brilha lá fora e faz com que as luzes e cores entrem em perfeita harmonia.

E com essa visão da integração da pessoa com o ambiente que a cerca, conheci a física quântica e a Psicologia Transpessoal.

Elas me demonstraram a pessoa  como um universo de possibilidades. Sendo uma  criatura de Deus, a pessoa precisa estar em conexão com criações – outras  pessoas, natureza, experiências divinas – para se reconhecer inteiro, íntegro, completo, pleno.

Assim se faz a promoção de seu autoconhecimento, ou melhor dizendo, de seu autorreconhecimento. Porque já sabemos quem somos. Mas, por vezes, precisamos de um terapeuta para nos lembrar disso.

Nossa qualidade de vida depende de vários fatores, como, por exemplo, a forma, local e contexto como fomos educados, os estímulos de consciência que experienciamos ao longo da  história.

Aprendemos a realidade com rígidas separações entre o eu e o você, o corpo e a mente, a vida e  morte, o mundo físico do cotidiano e o mundo espiritual.

Esse dualismo tanto nos isola como desola, até que possamos reaprender que somos parte do todo, somos inteiros, somos HOLOS.

Essa visão de ser integrado nos capacita a buscar a transcendência e vislumbrar maior autonomia, empoderamento, liderança pessoal, rumo a própria vivência da plenitude.

Nosso material de trabalho é a pessoa, com seus sonhos, com a sua forma de perceber o mundo, de se relacionar com a vida e com a morte – lados de uma mesma moeda.

Acredito ter como missão  ajudar a pessoa a encontrar em si o seu melhor recurso e poder transcender de uma realidade limitante para níveis de consciência mais elevados que proporcionem a experiência da paz, do amor por si e por todos, do equilíbrio, da integração com o ambiente e com a alegria, pelo simples fato de saber viver a cada dia.

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