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Apenas 44% das empresas mapeiam riscos de saúde mental no Brasil: o que o dado revela e como avançar em 2026

  • Foto do escritor: Holos
    Holos
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura

Mesmo com a NR-1 ampliando a responsabilidade das organizações sobre riscos psicossociais, uma pesquisa nacional da Protiviti aponta que apenas 44% das empresas mapeiam riscos de saúde mental no Brasil. O dado acende um alerta direto para RH, lideranças e governança: sem mapeamento, não existe prevenção consistente.


Homem sentado à mesa de trabalho, com notebook aberto, cobrindo o rosto com as mãos em sinal de cansaço e estresse, representando sobrecarga emocional e pressão no ambiente corporativo.

O dado que chama atenção


Segundo reportagem da Exame baseada na 2ª edição da “Pesquisa Nacional sobre a Maturidade no Combate ao Assédio no Brasil, Panorama 2026” (Protiviti), apenas 44% das organizações afirmam já ter mapeado riscos psicossociais e de saúde mental. Outras 39% ainda não realizaram o mapeamento e 17% não souberam informar.


Na prática, esse número indica que muitas empresas ainda atuam no modo “apagando incêndio”, reagindo quando o problema já virou afastamento, queda de desempenho, conflitos ou crise.


Quando riscos psicossociais não são identificados, eles aparecem no dia a dia como efeitos difíceis de rastrear, mas caros e recorrentes. O próprio levantamento reforça que o tema ainda é tratado com baixa maturidade: 68% das empresas não lidam adequadamente com burnout e adoecimento emocional, e só 32% avaliam que o assunto é tratado de forma séria e efetiva.


O que normalmente trava esse mapeamento


Na rotina, a ausência de diagnóstico costuma ter causas bem comuns:


Falta de método

Sem um processo estruturado, o “mapear” vira um check genérico.

Liderança despreparada

Poucas empresas se sentem seguras de que líderes saberiam reagir corretamente ao receber uma denúncia, segundo a mesma reportagem.

Ações soltas

Iniciativas pontuais sem continuidade, indicadores e acompanhamento.

Medo de expor fragilidades

Tratar risco psicossocial como “problema de imagem”, e não como gestão preventiva.


Como transformar mapeamento em prevenção real


Mapear riscos psicossociais não é apenas “rodar uma pesquisa”. É criar um ciclo contínuo:


  • Diagnóstico (dados, escuta e leitura de indicadores)

  • Prioridades claras (o que mais impacta a equipe e a operação)

  • Plano de ação (intervenções com começo, meio e fim)

  • Acompanhamento com métricas (adesão, percepção, evolução e recorrência)

  • Governança (papéis, fluxos, confidencialidade e resposta)


Isso conecta compliance, RH e performance, porque reduz incerteza e aumenta previsibilidade na gestão de pessoas.


Como a Holos pode ajudar sua empresa


A Holos apoia empresas a saírem do “tema importante” para o “processo consistente”, com ações que se conectam ao cotidiano do RH e à realidade do time:

  • Consultório Individual Online com atendimento psicológico e terapêutico

  • Programas presenciais e híbridos (meditação, yoga, quick massage, palestras e rodas temáticas)

  • Indicadores e relatórios agregados para apoiar decisões do RH com segurança e privacidade

  • Plano personalizável por perfil de equipe, contexto e objetivos


Imagem mostrando a relação do investimento em saúde emocional preventiva e os ganhos e resultados dessa prática

Se sua empresa quer transformar 2026 em um ano de prevenção de verdade, com ações contínuas e estruturadas, fale com a Holos. Vamos entender seu cenário e desenhar um plano de cuidado emocional alinhado à sua cultura, à sua rotina e às responsabilidades do trabalho.


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